Depois de passar por Machu Picchu e pelo povoado de Águas Calientes, Cusco me pareceu uma metrópole...
16.8.10
abóbodas uruguaias
No meio da fase abóbodas, com as obras da Casa Chippa, imagens de um passeio de bicicleta feito por Montevidéu, em março de 2010, em busca das abóbodas do engenheiro Eládio Dieste.
Acima, obra inacabada ocupada como anexo de uma igreja. Abaixo, abóbodas do primeiro shopping da cidade.




Não pesquisei a fundo, mas em conversas com os montevideanos, parece um fato que as abóbodas tenham sido uma espécie de moda há algumas décadas. Uma prova disso são as ocorrências do uso desta estrutura por toda parte, para abrigar usos convencionais, como as abóbodas das fotos a seguir, cujos autores não consegui identificar.



Acima, obra inacabada ocupada como anexo de uma igreja. Abaixo, abóbodas do primeiro shopping da cidade.
Não pesquisei a fundo, mas em conversas com os montevideanos, parece um fato que as abóbodas tenham sido uma espécie de moda há algumas décadas. Uma prova disso são as ocorrências do uso desta estrutura por toda parte, para abrigar usos convencionais, como as abóbodas das fotos a seguir, cujos autores não consegui identificar.
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7.9.08
churros da moóca
Depois de uns dois anos sem aparecer por lá, passei pela rua Dona Ana Neri, na Moóca, na madrugada da sexta para o sábado. As portas do churreiro estavam fechadas e sem bilhetes - como aquele que, uma vez, dizia: "volto já. Toninho churreiro espanhol".
Algumas coisas morrem quando morrem os criadores...
Algumas coisas morrem quando morrem os criadores...
10.8.08
01dez02
(sobre um passeio de bicicleta)
Saí do banho agora (14h23) e nada é muito definido no meu rosto!
Saí do banho agora (14h23) e nada é muito definido no meu rosto!
O percurso hoje foi aquele “de distância” mesmo. Menos novidades que no “exploratório”, mas tem muito forte aquilo de se chegar ao que já se conhece de um jeito novo. É uma “apropriação” de um fraçãozona da cidade.
Na ida cortei pelo Brooklin, passei na Mé, deixei os convites do coral da escola e conversamos um pouco. De lá, atravessei a Bandeirantes e misteriosamente estava na Faria Lima! Do Brooklin hoje reparei nas vilas, fotografei aquela fábrica... Uma praça sem nada, só uns bancos repletos de “pais e filhos”. A maior concentração de carrinhos de bebê de SP! Meio inexplicável...
Shopping Iguatemi, Eusébio Matoso, Largo da Batata foi um pulo. O de Pinheiros só vi de longe. Continuei na Faria Lima até a Pedroso, o limite do passeio de hoje, fotografei a carambola pra registrar. Subi a Cardeal, passei para a Teodoro, Henrique Schaumann, cortei ao meio e vi o Benedito nu na praça não travestida de feira... Segui, cortei a Brasil e embarquei na Groenlândia... Gostoso cruzar a Nove de Julho espiando a pontinha da São Gabriel, antecipando os carros na faixa de pedestres durante o farol vermelho. Da praça Cora Coralina _quero ler!_ já vi o parque, o “atalho” não funcionou muito. Acabei saindo pelo muro de pular (com Gil e Kiyoto em 2000), mas caí na República do Líbano, pelas voltas que dei... Daí pra frente, Moema. Atrás do shopping, o cheiro de todas as comidas de shopping ao mesmo tempo, com destaque para o chinês e o hamburguer... Melhor até o cheiro de vagem com fumaça da Groenlândia! Na Chácara Flora _ depois da fonte me perdi_ cheiros tantos que eu não sabia qual sentir. Não era como a hípica do Brooklin, que tem cheiro definido de cavalo. Era vagem, bife, cocô de cachorro, mato, predominando o cheiro de narina seca, que além de cheirar, dói. Estou cansada até agora! Também tinha cheiro vindo da casa grande: era molho de tomate. Molho de lata, só podia!
Deixei uma história na Ibirapuera, da Bandeirantes até a Vieira de Morais pensei nela, nos xistas, tistas, ditas e quistas; xatos´titicos-dãs-quiquitos! Todos xaropes _prefiro ser eu!
E agora lembrando do meu rosto de novo, como é inconsistente! O queixo, até a boca, que é mais desenhada, tudo parece que deixa vazar para fora! Os olhos são vivos, nem redondos, nem apertados. O nariz talvez seja o ponto mais decidido, parece ter vida própria, assim como a testa, cinema, sempre passando um filme. E tudo se dilui de vez nas sobrancelhas, direto para o espaço!
Melhor almoçar! (14h44)
(do caderninho de 2002; publicado no jornal 1:1000 em 2004)
22.4.08
breve apresentação
Seguindo a linha do blog arquitetura, música, educação..., a idéia aqui também é reunir e dar vazão a toda uma produção acumulada e, assim, reaquecer a prática dos passeios e observações pelas trilhas urbanas, sem compromisso acadêmico ou científico formal.
São registros mais ou menos "sensoriais" de passeios (percursos) ou lugares (pontos) na cidade (especialmente São Paulo) realizados desde o período da graduação em arquitetura e urbanismo na FAU (1999-2004). Aproveitando a inciativa, o blog pode vir a incluir registros de lugares sonhados (o mais difícil na hora de desenhar lugares de sonho é não querer "corrigir" o projeto de cada espaço) e ainda redesenhos de lugares ou percursos existentes e desenhos de lugares inventados.
Os textos e desenhos deverão ser, então, de cinco tipos diferentes: percursos (trilhas urbanas), pontos da cidade, espaços sonhados, projetos-sonhos e espaços inventados.
São registros mais ou menos "sensoriais" de passeios (percursos) ou lugares (pontos) na cidade (especialmente São Paulo) realizados desde o período da graduação em arquitetura e urbanismo na FAU (1999-2004). Aproveitando a inciativa, o blog pode vir a incluir registros de lugares sonhados (o mais difícil na hora de desenhar lugares de sonho é não querer "corrigir" o projeto de cada espaço) e ainda redesenhos de lugares ou percursos existentes e desenhos de lugares inventados.
Os textos e desenhos deverão ser, então, de cinco tipos diferentes: percursos (trilhas urbanas), pontos da cidade, espaços sonhados, projetos-sonhos e espaços inventados.
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